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Salve a sua empresa da crise do coronavírus

Salve a sua empresa da crise do coronavírus. Em tempos de crise, veja como agir

Veja como uma empresa poderia agir para se salvar em tempos de crise. Com alternativas inteligentes e seguras. O nosso artigo pode te ajudar, leia já.

Publicado em março 20, 2020 Por Valor Precatório

R.T. possui uma empresa produtora de eventos. Sua empresa produz casamentos, festas de 15 anos, eventos corporativos e eventos públicos.  Desde 13/03 seu telefone não para: todos os seus clientes estão cancelando ou postergando os eventos. “Não sei o que fazer, tenho quase 150 mil reais de folha de pagamento, e pelo visto vou ficar uns 3 meses sem faturar absolutamente nada. Minha empresa tem mais de 20 anos, e vi um alto risco de quebrar”.

O relato de R.T. é desolador. Sua maior preocupação: conseguir dinheiro para garantir o salário de seus funcionários.  Sua empresa possui boa reputação no mercado e nunca esteve endividada com bancos. R.T. chegou a cogitar pedir um empréstimo, mas achou essa alternativa extremamente arriscada pois combina os altos juros dos bancos à ausência de novos clientes (receita) nos próximos meses.

A situação de R.T. está longe de ser uma exceção no país e representa inúmeros empresários que tiveram negócios severamente afetados com a crise do coronavírus, um duro golpe na economia  que vem atingindo praticamente todos os setores.

Sua empresa também está nessa situação, veja abaixo a saída de R.T:

R.T. lançou mão de uma alternativa que serviu como bóia de salvação de sua empresa: precatório. Há alguns anos a empresa aguarda o pagamento de um precatório pelo governo. Trata-se de uma ação vencida na Justiça contra o governo do Estado do Rio de Janeiro. A vitória na Justiça ocorreu há 2 anos atrás e a empresa vem aguardando o pagamento do benefício na fila de precatórios. A tendência é de que esse pagamento venha a ocorrer daqui a pelo menos 3 anos, pelas contas de R.T., Diante da crise o empresário preferiu transformar seu precatório estadual em dinheiro, vendendo o ativo judicial da sua empresa. A venda, com deságio, ajudará a sua empresa a atravessar esse momento de crise. “A decisão foi de transformar o precatório em dinheiro para que eu possa pagar os salários dos meus funcionários”. Pelas contas de R.T. o desconto (deságio) cobrado pelo comprador do precatório foi mais barato do que os juros que teria de pagar a qualquer banco caso optasse por um empréstimo.

O caso de R.T. chama a atenção, pois inúmeras empresas também possuem precatórios a receber, seja do governo federal, estadual ou municipal.  Esses precatórios podem decorrer de motivos diferentes, tais como  impostos cobrados indevidamente, questões contratuais de fornecimento ou de uma desapropriação. Em tempos de crise,  a venda de precatório apresenta-se como uma alternativa mais vantajosa do que incorrer em empréstimos ou atrasar pagamentos de funcionários.  É importante o empresário incluir essa alternativa em seu processo decisório, para que essa grave crise econômica cause o menor dano possível à sustentabilidade de seu negócio.

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